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segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Propriedades terapêuticas e místicas do crisoberilo

Isto por crer-se que a gema possua poderes regenerativos e para proporcionar o equilíbrio vital de quem a utiliza. A pedra, portanto, inspira felicidade, criatividade, expansão da consciência e amor pela vida.

Acredita-se, ainda, que com o seu auxílio é possível descobrir a mentira e engodo Popularmente acredita-se que a Alexandrita auxilia no equilíbrio emocional e na cura de doenças do sistema nervoso centra e é coadjuvante na cura da leucemia, além de beneficiar o baço e o pâncreas. Auxilia, também, nos casos de baixa estima. de pessoas próximas.





O olho-de-gato é muito popular pelo seu poder de aumentar a beleza e preservar a juventude, além de impedir a ruína financeira. Acredita-se que esta pedra proporciona força mental, ânimo, tenacidade, vigoro físico, autoconfiança, inteligência e conhecimento ao seu portador. Se usada em anel de prata beneficia a saúde mental e protege contra a depressão. Acredita-se, também, que auxilie no tratamento de doenças oculares.



quinta-feira, 25 de outubro de 2007

A pedra do Sol...

Crisoberilos (Chrysoberyl)

Palavra oriunda da junção das palavras gregas Chrysos e beryllos que significam, respectivamente, dourado e gema cristal. A semelhança entre o crisoberilo e o berilo está apenas no nome por se tratarem de gemas diferentes. O crisoberilo é um óxido de berílio e alumínio e o berilo um silicato de alumínio e berílio.

O crisoberilo é a terceira gema na escala de maior dureza, inferior apenas ao Diamante e ao coríndon e não requer qualquer tratamento para melhorar seu aspecto, seja para intensificar sua cor ou realçar efeito óptico.

Suas cores variam entre amarelo claro, amarelo esverdeado a verde claro, amarela amarronzada a marrom e, raras vezes, azul claro. Possui duas variedades raras e valiosas: a Alexandrita e o Cimofânio ou olho-de-gato.

Olho-de-gato Azul Turqueza

A palavra cimofânio – Cymophane - deriva da junção das palavras gregas kyma; onda e phaein; mostrar. O Cimofânio apresenta finos canais, tubos de cresc

imento ou inclusões minerais aciculares ordenados paralelamente; a reflexão total da luz causa o aparecimento de um raio. Tal fenômeno óptico é denominado olho-de-gato, chatoyancy ou acatassolamento e pode ser mais bem observado sob a luz do sol. Muitas outras gemas podem apresentar o mesmo efeito, mas apenas ao crisoberilo se aplica o termo olho-de-gato. Quanto às demais, devem ser designadas pelo nome da gema; turmalina olho-de-gato, quartzo olho-de-gato. Em raríssimos casos o crisoberilo po

de apresentar duas faixas luminosas, ao invés de uma, dando lugar a um asterismo com quatro braços.

Algumas pedras, além do cimofânio, apresentam o efeito óptico chatoyance:

Água-Marinha (Raro)


Ágata Laço-azul


Ágata Pedra da Lua





Alexandrita

Esmeraldas (Raro)


Quartzo Olho-de-tigre Amarelo-amarronzado


Quartzo Olho-de-tigre Marrom Quartzo Olho-de-tigre Mel Ruby (Muito Raro)


Safira Amarela (Muito raro) Safira Azul (Muito raro)

Safira Azul – Pedra da Estrela

Safira Branca (Muito raro)
Safira Laranja (Muito raro)

Safira Marrom (Muito raro) Safira Púrpura (Muito raro)

Safira Vermelha (Muito raro)


Safira Violeta (Muito raro)

Tanzanite – Muito raro


Topázio Golden Topázio Imperial

Topázio Londonblue Topázio Swissblue
Turmalina Rosa

Turmalina Verde Zircônio Azul


Atualmente, os principais países produtores de crisoberilos e cimofânio são: Sri Lanka, Brasil, Tanzânia (Tunduru), Madagascar (Ilakaka) e Índia (Orissa e Andhra Pradesh).

No Brasil, o crisoberilo ocorre associado a outros minerais de berílio, em depósitos secundários, formados pela erosão, transporte e sedimentação de materiais provenientes de jazimentos primários, principalmente de pegmatitos graníticos. Atualmente, as ocorrências brasileiras mais representativas localizam-se nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Alexandrita




É um aluminato de berilo (Br O4), variedade gemológica do Crisoberilo. Possui um brilho vítreo e graxo, que varia entre a cor verde quando exposto à luz solar e vermelho quando à luz artificial. Por isso diz-se dele que é uma esmeralda de dia e um rubi à noite. Sua substância corante é o cromo. Traço branco. Fratura concóide, frágil, clivagem perfeita. Encontra-se em placers.

À luz do dia apresenta as colorações verde-amarelada, amarronzada, acinzentada ou azulada. E, à luz artificial apresentara as colorações vermelho-alaranjada, amarronzada ou arroxeada. Existe a variedade alexandrita olho-de-gato (que é bastante rara).

O nome alexandrita devido ao aniversário de 12 anos de idade de Alexandre Nicolaievitch, o futuro czar Alexandre II, que coincidiu com o dia em que o explorador sueco Nils Nordenskiöld encontrou a pedra, pela primeira vez, nos montes Urais da Federação Russa.

Nils Nordenskiöld percebeu que a variação de coloração da pedra encontrada, quando esta se apresentava sob a luz do sol e a luz incandescente, coincidiam com as cores do exército do czar: verde e vermelho. Devido s tal coincidência a Alexandrita passou a ser um símbolo nacional da Rússia.






A Rússia foi o único produtor dessa variedade de crisoberilo por muito tempo, até que, entre 1960 e 1980, devido ao esgotamento de suas reservas, o Sri Lanka passou a ser o produtor mais importante.

A maior alexandrita já lapidada, com 65 quilates, foi encontrada no Sri Lanka e atualmente se encontra no Museu de História Natural de Washington (EUA). Ainda, no Sri Lanka, encontrou-se uma alexandrita que pesou 375g em seu estado bruto.

Entre 1970 e 1980 o Brasil também se tornou um produtor de alexandrita com extrações na Bahia, Espírito Santo e, principalmente, Minas Gerais, onde, inicialmente, a alexandrita era extraída no município de Malacacheta.

Em 1986 descobriu-se grande quantidade dessa gema em Hematita, no município de Antônio Dias, o que provocou o abandono dos demais garimpos. A jazida de hematita levou o Brasil à condição de maior produtor mundial.

Desde 1970 se produz alexandrita sintética, e há também, no mercado, imitações feitas com espinélio sintético, ao qual se adicionou óxido de vanádio.

As imitações são vendidas sob os nomes de Alexandrina, alexandrita sintética ou simplesmente alexandrita, o que pode provocar confusão na hora da compra.

As informações contidas no texto têm origem no site Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandrita

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