sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Alexandrita




É um aluminato de berilo (Br O4), variedade gemológica do Crisoberilo. Possui um brilho vítreo e graxo, que varia entre a cor verde quando exposto à luz solar e vermelho quando à luz artificial. Por isso diz-se dele que é uma esmeralda de dia e um rubi à noite. Sua substância corante é o cromo. Traço branco. Fratura concóide, frágil, clivagem perfeita. Encontra-se em placers.

À luz do dia apresenta as colorações verde-amarelada, amarronzada, acinzentada ou azulada. E, à luz artificial apresentara as colorações vermelho-alaranjada, amarronzada ou arroxeada. Existe a variedade alexandrita olho-de-gato (que é bastante rara).

O nome alexandrita devido ao aniversário de 12 anos de idade de Alexandre Nicolaievitch, o futuro czar Alexandre II, que coincidiu com o dia em que o explorador sueco Nils Nordenskiöld encontrou a pedra, pela primeira vez, nos montes Urais da Federação Russa.

Nils Nordenskiöld percebeu que a variação de coloração da pedra encontrada, quando esta se apresentava sob a luz do sol e a luz incandescente, coincidiam com as cores do exército do czar: verde e vermelho. Devido s tal coincidência a Alexandrita passou a ser um símbolo nacional da Rússia.






A Rússia foi o único produtor dessa variedade de crisoberilo por muito tempo, até que, entre 1960 e 1980, devido ao esgotamento de suas reservas, o Sri Lanka passou a ser o produtor mais importante.

A maior alexandrita já lapidada, com 65 quilates, foi encontrada no Sri Lanka e atualmente se encontra no Museu de História Natural de Washington (EUA). Ainda, no Sri Lanka, encontrou-se uma alexandrita que pesou 375g em seu estado bruto.

Entre 1970 e 1980 o Brasil também se tornou um produtor de alexandrita com extrações na Bahia, Espírito Santo e, principalmente, Minas Gerais, onde, inicialmente, a alexandrita era extraída no município de Malacacheta.

Em 1986 descobriu-se grande quantidade dessa gema em Hematita, no município de Antônio Dias, o que provocou o abandono dos demais garimpos. A jazida de hematita levou o Brasil à condição de maior produtor mundial.

Desde 1970 se produz alexandrita sintética, e há também, no mercado, imitações feitas com espinélio sintético, ao qual se adicionou óxido de vanádio.

As imitações são vendidas sob os nomes de Alexandrina, alexandrita sintética ou simplesmente alexandrita, o que pode provocar confusão na hora da compra.

As informações contidas no texto têm origem no site Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandrita

8 comentários:

Jordana Alves disse...

Gostaria de saber o q ue tem haver esta pedra com o nome dado aos 26 anos de casamento, pois é dado como bodas de alexandrita? Pois a história retrata ao aniversário de 12 anos de Alexandre Nicolaievitch, o futuro czar Alexandre II.

Consultora Educacional disse...

Gosto muito dos artigos de ótima qualidade do seu Blog. Quando for possível dá uma passadinha para ver nosso Curso de Ingles. Daienne

Jr disse...

Gostaria de saber como faço para diferenciar a alexandrita falsa da verdadeira e qual o mercado para elas se é melhor vende-las brutas ou lapidadas, e aonde encontro comprador. Obrigado!

Jr disse...

gostaria de saber como identificar a alexandrita falsa e a verdadeira e se é melhor vender no estado bruto ou lapidada e aonde encontro comprador. Obrigado!

Chris Cunha disse...

Olá, Jr!

Obrigada pelo comentário!
Veja bem, certamente há de ter em seu município ou estado alguma espécie de associação de lapidadores e/ou gemólogo, ou mesmo universidade ou curso técnico em gemologia com fins para joalharia. Este pessoal é mais indicado para lhe auxiliar tanto na aquisição quanto na compra de gemas mais caras e raras como é o caso da Alexandrita. Pessoalmente, nunca tive o prazer de comercializá-las e não saberia de dar um roteiro seguro para tal. Em nossa cidade buscamos o apio de profissionais joalheiros e fica tudo certo. Espero tê-lo ajudado. Volte sempre!

Chris Cunha disse...

Jordana, desculpe-me a demora em responder-lhe! Pesquisei, mas não encontrei relação alguma entre as bodas e suas simbologias. Fica o espaço aberto à quem puder decifrar este enigma. Beijos e volte sempre!

Anônimo disse...

26 anos foi o tempo que levou alexandre segundo para realmente observar a nudez dessa pedra e ver a besteira que fez ao mandar matar o joalheiro que fez o seu anel isso vcs encontram em atlas beleza pessoal abracos

Anônimo disse...

Gstaria de saber se esta pedra preciosa alexandrita ja foi negociada no Brasil qual o valor de uma,e se tem comércio

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