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Boas vindas aos estudantes de Design de Jóias do SENAC - Juazeiro do Norte/CE!

O Blog Segredo das Pedras cumprimenta os estudantes de dsigne e a professora Diana Barrera (Agalma), também dsigne de jóias, pela visita ao nosso espaço. Esperamos poder estar contribuindo como fonte de pesquisa e informação para um melhor desempenho de suas funções. Obrigada, sucesso e todos e muito boa sorte!

Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Feldspato (Na. K) Al Si3, Ba AlSi2 O3


* Andesina


Vocábulo proveniente do alemão feld; campo e spat; uma rocha que não contém minério. Feldspato é o nome de uma importante família de minerais do grupo tectossilicatos, constituintes de rochas que formam cerca de 60% da crosta terrestre e cristalizam nos sistemas triclínico ou monoclínico. Sua cristalização se dá no magma, tanto em rochas intrusivas quanto em extrusivas; ocorrem como minerais compactos, como filões, em pragmatitas e se desenvolvem em muitos tipos de rochas metamórficas. Também podem ser encontrados em alguns tipos de rochas sedimentares.

O feldspato pertence ao grupo de silicatos de alumínio com potássio, sódio, cálcio e mais raramente bário, sendo que o primeiro tem grande aplicação na indústria da cerâmica e do vidro.

Na cerâmica, sua função é a de fundente, porque seu ponto de fusão é menor que a maioria dos outros componentes, servindo de cimento para as partículas das várias substâncias cristalinas, além de outros aspectos, como as reações químico-físicas.

Já na indústria do vidro, o feldspato fornece alumina, para aumentar a aplicabilidade do vidro fundido, melhorando o produto final, dando-lhe uma estabilidade química maior, inibindo a tendência de devitrificação.

O feldspato tem outras utilizações como na produção de vernizes e tintas onde é usado na produção de fitas metálicas, na produção de eletrodos para solda, abrasivos leves, além de ser utilizado em próteses dentárias.

Na maior parte de suas aplicações o feldspato pode ser substituído, total ou parcialmente, pela rocha nefelina sienito. Além dessa rocha, são também potenciais substitutos do feldspato: argila, talco, pirofilita, areia feldspática e escória de alto-forno.

O feldspato se apresenta na cor branco róseo, possuindo aspecto translúcido e transparente. Seu brilho é vítreo e não-metálico. Possui dureza entre 6 e 6,5 na Escala de Mohs e peso específico entre 2,5 e 2,8. Encontra-se na forma de cristal prismático ou compacto.

As reservas Brasileiras de feldspato totalizam aproximadamente 116 milhões de toneladas, sendo 41,4% reservas medidas, 28% reservas indicadas e 30,6% reservas inferidas. Entre os estados brasileiros destacamos São Paulo com 47,1%, Minas Gerais com 36,3% e o Paraná com 10,7% das reservas nacionais. Analisando por regiões estaduais temos os municípios de Castro – PR, com 11 milhões, Sorocaba – SP com 7,7 milhões e Itinga – MG com 4,2 milhões de toneladas. Com relação às reservas de feldspato, existe uma grande dificuldade para uma quantificação mais precisa, uma vez que ele ocorre em rochas pegmatíticas.


* anorita


Os feldspatos podem ser classificados em dois grandes grupos, alcalinos e sódico-cálcicos, sendo que os primeiros podem ser sistematizados, com base nas suas propriedades ópticas, em quatro séries: albita de alta temperatura-sanidina de alta temperatura; albita de alta temperatura-sanidina de baixa temperatura; albita de baixa temperatura-ortoclásio ; albita de baixa temperatura-microclínio. A série do plagioclásio da mesma maneira que os feldspatos alcalinos, apresenta termos de alta e baixa temperaturas, além de temperatura intermediária, e podem ser classificados eminentemente com base nas porcentagens "moleculares", aparecendo as denominações albita, oligoclásio, andesina, labradorita, bytownita e anortita, respectivamente para porcentagens de anortita (An) de 0-10, 10-30, 30-50, 50-70, 70-90 e 90-100%. Esta divisão é unicamente de conveniência, não apresentando nenhum significado estrutural, e aparecem denominações como oligoclásio cálcico, andesina sódica etc. A solução sólida é quase completa na série de alta temperatura, desde albita até a anortita, mas as investigações com Raio X mostram que a série de baixa temperatura é estruturalmente complexa, tendo sido designados vários tipos estruturais: albita de baixa temperatura, peristerita, albita intermediária ( intermediária entre dois estados de baixa temperatura) e anortita. A estrutura da peristerita consiste em um intercrescimento fino de duas fases e alguns exemplares apresentam iridescência ou labradorescência (brilho semelhante ao apresentado por algumas labradoritas).

O Ba está presente em pequena quantidade na grande maioria dos feldspatos, mas só raramente ocorre como constituinte principal. De modo geral, são consideradas variedades de Ba quando o teor de BaO exceder 2%, sendo o feldspato com mais de 90% da molécula BaAl2Si2O8 denominado celsiana, e o com proporção menor de Ba denominado de hialofano.

Os feldspatos alcalinos distinguem-se dos componentes da série dos plagioclásios pela ausência (exceto no microclínio) de geminação lamelar, pelos índices de refração inferiores, menor densidade e pela presença de texturas criptopertíticas ou pertíticas e do quartzo pela geminação, índices de refração menores e caráter biaxial.


*banalsita

Os feldspatos potássicos podem ser reconhecidos por técnicas de coloração, tanto em seção delgada como em amostra de mão. O método mais prático é atacar a amostra com HF concentrado (em contato direto ou com vapor) por 15 a 30 segundo, a fim de preparar os minerais para a coloração. Se o ataque for só por vapor não há necessidade de emergir a amostra em água destilada, antes de emergir em solução de cobaltinitrito de sódio (60g em 1000ml de água), durante 15 a 20 segundos. Depois disto deve-se imediatamente passar a lâmina ou amostra de mão em água. Os feldspatos potássicos ficam com cor amarelo-pálido e, embora a mica branca e os minerais de argila possam por vezes absorver a cor, eles podem distinguir-se, por comparação, quando está presente o feldspato potássico em virtude da textura ou relevo ou intensidade de coloração diferentes. O quartzo e os plagioclásios não são coloridos, embora as fáculas de feldspatos potássicos nas antipertítas possam ser coloridas. Existe também métodos para colorir os plagioclásios.

Os minerais de feldspato estão divididos nos seguintes grupos:

Feldspatos potássicos (ou alcalinos)

Ortoclase













Sanidina

Anartoclase



Microclina


Feldspatos Plagioclase (ou clacossódicos)

Albita


Oligoclase

Andesina












Labradorite

Bytownita

Anortita

Outros felsdpatos

Clesiana

Paracelsiana



Sviatoslavita (Sem imagem)

Dmisteinbergita



Feldspatos raros


Buddingtonita


Reedmerfnerita


Lalwsonita


Banalsita



Estronalsita (sem imagem)

Lisetita (sem imagem)

Filatovida (sem imagem)


Fontes do texto:


Feldspato por Leonardo José Ramos.

http://www.dnpm.gov.br/assets/galeriadocumento/balancomineral2001/feldspato.pdf.


Grupo da Feldspato por Fábio Braz Machado.

http://www.rc.unesp.br/museudpm/banco/silicatos/tectossilicatos/gfeldspato.html

Wikipédia A enciclopédia livre.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Feldspato

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

Granada A3B2(SiO4)3






Proveniente do latim granatus (grão) nomeia em geral um grupo de minerais cristalinos constituídos por dodecaedros e trapezoedros. São nesosilicatos de formulação geral A3B2(SiO4)3. As granadas variam de acordo com a diversidade de elementos químicos presentes na sua estrutura. Os principais são: cálcio, magnésio, alumínio, ferro2+, ferro3+, cromo, manganês e titânio. As granadas não apresentam clivagens, mas mostram partição dodecaédricas. A fratura e concoidal e desigual; algumas variedades são muito resistentes e podem ter aplicações abrasivas. Sua dureza se encontra entre 6, 5-7,5 e seu peso específico (densidade) está entre 3,1 e 4,3. O brilho varia entre o vítreo e o resinoso, podendo ainda ser transparentes ou opacas conforme presença ou ausência de inclusões. São comuns nas cores vermelho, amarelo, marrom, preto, verde e incolor.

O grupo da granada é subdividido por sua variabilidade química:

Os membros do grupo da granada subdividem-se através da sua variabilidade química.





Piropo ou Rubi do Cairo Mg3Al2(SiO4)3







Deriva do grego pyropos que significa flamejante. É uma granada

de cor vermelho-sangue devido ao seu conteúdo de ferro e cromo. O magnésio pode ser substituído em parte por cálcio e/ou ferro ferroso (Fe2+).

O piropo raramente possui inclusões, mas, quando presentes, estas se encontram em forma de cristais arredondados ou apresentam contorno irregular. Como todas as granadas, o piropo não possui clivagem e a fratura é de subconcóide a irregular.

Tal pedra pode ser encontrada em rocha vulcânica e depósitos aluviais e pode, juntamente com outros minerais, indicar a presença de rochas portadoras de diamantes. As jazidas podem ser localizadas no Arizona, África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Myammar, Escócia, Suíça e Tanzânia.

Os exemplares transparentes são empregados como gemas e joalhe

rias. Uma importante variedade do piropo é a rodolite, do grego rosa – é originária do condado de Macon, na Carolina do Norte e se caracteriza pela cor violeta-vermelha e por constituir uma solução sólida de 2:1 entre piropo e almandina.

Os piropos suíços e sul-africanos são pedras de vermelho mais claro do que as

pedras da Boémia, onde se utiliza o piropo na joalheria há mais de quinhentos anos.


Grossularite ou grossulária Ca3Al2(SiO4)3



É uma granada de cálcio-alumínio com fórmula Ca3Al2(SiO4)3, embora o cálcio pos

sa, em parte, ser substituído pelo ferro ferroso (Fe2+) e o alumínio por ferro férrico (Fe3+). As cores mais comuns deste mineral são:



verde,

marrom-canela,

vermelho


e amarelo.

A grossularite é um mineral típico de metamorfismo de contacto de calcários, onde se encontra associada a vesuvianite, diapsódio, wollastonite e wernerite. Grossularite é um termo derivado da botânica.

Almandite, almandina ou carbúnculo Fe3Al2(SiO4)3

É uma granada de ferro-alumínio com a fórmula Fe3Al2(SiO4)3. As variedades transparentes podem ter bastante valor enquanto pedras preciosas. A Almandite é um mineral comum em rochas metamórficas como micaxisto, onde ocorre associado a estaurolite, distena, andalusite, entre outros.

Espessartite Mn3Al2(SiO4)3

É uma granada de manganês e alumínio de fórmula Mn3Al2(SiO4)3. Seu nome deriva da cidade de Spassart na Baviera. Esta variedade pode apresentar cores variadas, de acordo com o tipo e quantidade de impurezas. As mais famosas são as espessartites laranja de Madagascar e os exemplares violeta-vermelho que ocorrem em riólitos do Colorado e Maine.

Uvarovite Ca3Cr2(SiO4)3

É uma granada de cálcio e cromo de fórmula Ca3Cr2(SiO4)3. É a varie dade mais rara dentro do grupo da granada, surgindo em pequenos cristai

s de cor verde associados a cromita e serpentina.

Sua cor se deve a presença de cromo. Os cristais são muito frágeis, com fratura de subconcóide a irregular.

A uvarovite ocorre em rochas de serpentina. Os melhor

es cristais são encontrados nos Urais, na Rússia, em torno de cavidades ou fissuras na rocha. Outras fontes são a Finlândia, Turquia e Itália.

Andradite Ca3Fe2(SiO4)3

É uma granada de cálcio e ferro fórmula Ca3Fe2(SiO4)3,, embora sejam comuns substituições catiônicas importantes. As cores dependem destas variações e podes ser: vermelho, amarelo, marrom, verde ou preto. As subariedades reconhecidas são:

Topaziolite (amarelo ou verde),

demantóide (verde)

e melantinite (preto).

A andradite pode ser encontrada em rochas ígneas de profundidade, como os sienitos, e em rochas metamórficas como os

xistos e calcários.

Granadas Sintéticas

São duas as granadas sintéticas: a granada de gadolínio e gálio (Gd3Ga2(GaO4)3) sintetizado para uso na indústria de informática e granada de ítrio e alumínio (Y3Al2(AlO4)3), gema sintética que, quando contém neodímio é útil na focagem de lasers.

Referências

Fonte do texto original:

Wikipédia A enciclopédia livre

http://pt.wikipedia.org/wiki/Almandina

Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Espinélio



Espinela (MgAl2O4)

As espinelas ou espinélios, constituem um grupo de minerais que cristalizam no sistema cúbico, com hábito octaédrico. A sua fórmula geral é (X)(Y)2O4, onde X representa catiões que ocupam posições tetraédricas e Y catiões que ocupam posições octaédricas. Catiões divalentes, trivalentes e tetravalentes podem ocupar as posições X e Y, incluindo magnésio, zinco, ferro, manganés, alumínio, crómio, titânio e silício. Os aniões de oxigénio formam uma estrutura cúbica.


* Bracelete em espinélio laranja
e Vermelho


Alguns minerais do grupo das espinelas
  • Espinela – MgAl2O4, que dá o nome ao grupo
  • Gahnite - ZnAl2O4
  • Franklinite - (Fe,Mn,Zn)(Fe,Mn)2O4
  • Cromite- (Fe·Mg)Cr2O4
  • Magnetite - Fe3O4
  • Hercinite - FeAl2O4
  • Ulvospinela - TiFe2O4
  • Jacobsite - MnFe2O4
  • Trevorite - NiFe2O4
  • Ringwoodite - SiMg2O4, um polimorfo de olivina abundante no manto entre 520 e 660 km de profundidade e um mineral raro em meteoritos

Ocorrência e distribuição

A espinela verdadeira é desde há muito conhecida em aluviões do Sri Lanka e em calcários de Mianmar e Tailândia. É ainda explorada no Tadjiquistão e Tanzânia.

As espinelas geralmente ocorrem como cristais isómetricos, octaédricos, geralmente maclados. Apresentam clivagem octaédrica imperfeita e fractura concoidal. A sua dureza na escala de Mohs é 8, o seu peso específico situa-se entre 3.5 e 4.1 e são transparentes a opacas com brilho vítreo a baço. Podem ser incolores, mas geralmente ocorrem em tons variados de vermelho,

azul,
verde,
amarelo,



castanho ou negro.


Existe também uma espinela branca, hoje em dia desaparecida, que foi encontrada durante algum tempo no Sri Lanka.


As espinelas vermelhas e transparentes são chamadas de espinelas-rubis ou rubis-balas e eram muitas vezes confundidas com verdadeiros rubis na antiguidade. A palavra balas deriva de Balascia, o nome antigo de Badakhshan, uma região na Ásia central situada no vale superior do rio Kokcha, um dos principais afluentes do rio Oxus.


A espinela amarela é chamada rubicela


e a espinela de manganês de cor violeta almandina.




A espinela pode ser encontrada em rochas metamórficas e também como mineral primário em rochas básicas, pois em magmas deste tipo a ausência de alcalis não permite a formação de feldspatos, e qualquer óxido de alumínio presente formará coríndon ou combinar-se-á com magnésia para formar espinela. É por este motivo que muitas vezes o rubi e as espinelas são encontrados juntos.




História da espinela como gema

Muitos rubis, famosos por se acharem incrustados em coroas da realeza são, na verdade, espinelas. A mais famosa é a 'Black Prince's Ruby', uma espinela de 170 quilates, de um vermelho magnífico, que adorna a coroa imperial do estado entre as jóias da coroa britânica. Henrique V chegou a usá-lo no seu capacete de batalha.




O rubi de Timur, uma gema vermelha de 352 quilates, actualmente propriedade da Rainha Elizabeth II, tem a marca de alguns imperadores que o possuíram antes, conferindo-lhe inegável prestígio.



Em Mianmar, onde são encontradas algumas das cores mais deslumbrantes de espinelas, esta gema foi classificada como uma espécie distinta do rubi em 1857. Noutros países a confusão com o rubi manteve-se por centenas de anos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Espinela

Sábado, 26 de Abril de 2008

Silicato hidratado de Cobre:


Crisocola - CuSiO3 - nH2O




O termo Crisocola é proveniente das palavras gregas chrysos (ouro) e kolla (cola) – em alusão ao material empregado na soldadura do ouro-. O termo foi empregado pela primeira vez por Teofrasto – orador, discípulo de Aristóteles – em 315 a.C.

O Crisocola possui dureza 2.5 a 3.5 na escala Mohs. É um silicato hidratado de cobre - CuSiO3 - nH2O (fórmula química variável segundo as condições de crescimento, podendo apresenta alumínio na sua composição) que cristaliza em monoclínico. O Crisocola um minério menor de cobre de origem secundária e forma-se em zonas de oxidação de depósitos de minerais ricos em cobre. Dentre os minerais que ocorrem associados ao Crisocola encontram-se: quartzo, azurita, malaquita e cuprita, podendo, também, ocorrer a limonita e outros minérios menores de cobre. É, por tanto, um mineral típico das zonas de oxidação.



Devido à sua cor luminosa é algumas vezes confundida com a Turquesa. Sua ocorrência mais comum é a gema de crosta porosa, que é imprópria para utilização, porém, devido sua alta qualidade, a gema translúcida é muito apreciada.


Os locais de maior ocorrência do Crisocola são: Isrrael, República Democrática do Congo, Zaire, Chile, Cornualha na Ingaterra e Arizona, Utah, Novo México e Pensilvânia nos EUA.


* Chrysocolla - EUA


Textos originais nas páginas da Wikipédia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Crisocola

http://gl.wikipedia.org/wiki/Crisocola


Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Coríndon, coríndo ou curundum; Rubis e safiras


Coríndon Al2O3


Coríndon, Corindo ou Corundum, é um Trióxido de Alumínio. 52,9% de Al, 47,1% de O, cristalizado no sistema hexagonal, que possui dureza de valor 9 na escala de Mohs. Naturalmente transparente, pode ter diferentes cores que variam de acordo com as impurezas que podem lhe ocorrer. Os espécimes translúcidos são usados como jóias, é o caso do Rubi, que possui coloração vermelha devido à presença do cromo







* Rubi sangue-de-pombo


e a safira, que é azul por causa de presença do ferro ou titânio em sua composição.

Pode apresentar-se, ainda, nas cores: lilás ou arroxeada (ametista oriental),

laranja,




amarela (topázio oriental),




verde (esmeralda oriental),
rosa,


preta


e outras, sendo todas denominadas safiras.




As variedades constituídas exclusivamente de óxido de alumínio são incolores e denominadas safiras incolores.


*Safira incolor ou natural

A palavra coríndon deriva do termo Kurudam, proveniente do Tamil (uma das línguas dravídicas faladas no sul da índia) que significa Rubi. Tal mineral foi identificado pela primeira vez na Índia. As variedades: rubi e safira, são empregadas como pedras preciosas na fabricação de jóias e também em mecanismos de precisão, como relógios e motores especiais. O coríndon não utilizável em joalharias pode ser empregado como abrasivo, em ferramentas cortantes e como material refratário em virtude do elevado ponto de fusão. O esmeril é o coríndon impuro, empregado como abrasivo na fabricação de lixas, rebolos, etc., porém, o uso de material natural para estas finalidades é cada vez menor devido o emprego de seus correspondentes artificiais.

Seus cristais são geralmente prismáticos, embora possam, algumas vezes, apresentar-se arredondados, à semelhança de pequeno barris, em que é freqüente a presença de estriações horizontais profundas. O mineral ocorre na forma de cristais hexagonais perfeitos ou em granulometrias de diversas configurações, ora grossas, ora finas.





É um mineral relativamente comum e é encontrado, principalmente, nos calcários cristalinos, micaxistos e gnaisses. Algumas rochas magmáticas possuem coríndon como um de seus minerais primários. Também é encontrada em formações rochosas e nos aluviões dos rios, como é o caso do Brasil, com ocorrência do Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.





O coríndon artificial possui a mesma composição química, estrutura cristalina e as mesmas propriedades do natural e pode ser fabricado a partir da bauxita e do óxido de alumínio puro.



* Rubi - Gema Sintética


Safiras e rubis sintéticos têm sido reproduzidos desde 1902 pelo processo Verneuil e, posteriormente, por processos hidroterminais ou por fusão e fluxos. Os primeiros fabricantes eram suíços, franceses e alemães. A partir de 1940 passou a ser produzido também nos EUA.

Fontes dos textos originais:

Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cor%C3%ADndon

http://en.wikipedia.org/wiki/Corundum

Banco de dados: http://www.rc.unesp.br/museudpm/banco/oxidos/corindom.html